Sabem o que falta nesse mundo ¿ Amar !!!
Mas não é só o amar, é o amar sem medidas, amar mesmo !!!
Amar daquele jeito que falta ar, que nos deixa perdidos, aflitos !!!
Falta o amar sem fronteiras, falta a entrega, a participação, falta o Amor desmedido !!!
As vezes insano, descabido !!! Nos falta o Amor !!!
sábado, 31 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Dia chuvoso !!!
Quem disse que primavera é estação das flores ¿
Essa tá virando a estação das chuvas quando não chove a noite, chove de dia e vice-versa !!! Vai entender !!!
O importante é que estamos bem, muito bem por sinal !!!
Forte abraço.
Essa tá virando a estação das chuvas quando não chove a noite, chove de dia e vice-versa !!! Vai entender !!!
O importante é que estamos bem, muito bem por sinal !!!
Forte abraço.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Emaranhado
Pensamentos vagam em minha mente,
Um emaranhado de sentimentos,
Angustia, solidão, tristeza,
Aterrorizam meu espírito,
Atormentam minha alma.
Desnorteando meus sentidos,
Por isso perco a vontade:
Viver, Lutar, Crescer, pra quê ?
Se no fundo estamos sós, somos sós.
Outrora, fui jovem e sonhador,
Se algo me afligia não percebia,
Pois assim achava: “Tenho o mundo em minhas mãos”,
Mas a voz interna sempre dizia:
“Ora moço, veja ao redor,
Quão frágil és teu universo.
Vives a mais pobre e cruel ilusão.”
Arrogante e Incrédulo, jamais escutei.
Hoje, homem feito, pago o preço.
Se de um lado caminho no céu,
No outro na lama me afundo.
E meu barco segue sem rumo.
Das Ilusões do passado,
À triste realidade do presente.
Mas o barco segue em frente.
E assim vou cumprindo minha sentença,
Viver só,
Morrer só.
Escrito em 20 de outrubro de 2009, numa madrugada chuvosa.
Um emaranhado de sentimentos,
Angustia, solidão, tristeza,
Aterrorizam meu espírito,
Atormentam minha alma.
Desnorteando meus sentidos,
Por isso perco a vontade:
Viver, Lutar, Crescer, pra quê ?
Se no fundo estamos sós, somos sós.
Outrora, fui jovem e sonhador,
Se algo me afligia não percebia,
Pois assim achava: “Tenho o mundo em minhas mãos”,
Mas a voz interna sempre dizia:
“Ora moço, veja ao redor,
Quão frágil és teu universo.
Vives a mais pobre e cruel ilusão.”
Arrogante e Incrédulo, jamais escutei.
Hoje, homem feito, pago o preço.
Se de um lado caminho no céu,
No outro na lama me afundo.
E meu barco segue sem rumo.
Das Ilusões do passado,
À triste realidade do presente.
Mas o barco segue em frente.
E assim vou cumprindo minha sentença,
Viver só,
Morrer só.
Escrito em 20 de outrubro de 2009, numa madrugada chuvosa.
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